segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

CRÍTICA: Kick-Ass: Quebrando Tudo [2010]


(Obs: qualquer semelhança da crítica do filme com a da série em quadrinhos NÃO é mera coincidência).

Faz um bom tempo que venho querendo fazer um review de "Kick-Ass" para o Bar. Já havia assistido o filme na mesma época que ele estreou, mas em uma qualidade ruim, e que, apesar de dar para entender a maior parte, não era a versão mais apropriada (além de que me faltou tempo na época, com provas e muitas atividades juntas). Felizmente consegui tempo para poder vê-lo novamente (e escrever a crítica), e digo apenas uma coisa: LET'S KICK SOME ASS AROUND, MOTHAFUCKAS.

"Kick-Ass: Quebrando Tudo" é o nome da adaptação cinematrográfica das HQs homônimas "Kick-Ass", feitas por Mark Millar e John Romita Jr. (cultuadíssimos nomes no ramo) e conhecidas pela sua violência, sangue excessivo (meio "Kill Bill" nesse quesito), linguagem inapropriada e muitas polêmicas, como uso de drogas, menores portando armas de fogo, bullying, sexo e outras coisas a mais. E o longa não ficou devendo em nada para a obra original: sangue, violência, drogas, palavrões... Está tudo como deveria estar, de forma explícita e que faz valer de verdade a indicação para maiores de 18 anos.

A história é sobre Dave Lizewski, um típico adolescente fracassado estadunidense (daqueles mostrados em filmes) que, como sempre, gosta da garota mais bonita e gostosa do colégio. Ele não o cara mais inteligente, mas nem o mais burro; não é o mais forte, mas também não é o mais fraco; não o mais bonito, nem o mais feio. Tirando o fato de ser fracassado, ele é como os adolescentes de hoje em dia: vai no Youtube, baixa músicas, conversa com os amigos pelo MSN, etc. Mas ele é apaixonado por revistas em quadrinhos, e, um dia, pergunta a seus amigos: "Por que ninguém nunca tentou ser um super-herói?". Os amigos de Dave, então, dizem que, se alguém tentasse, será morto no mesmo dia. Mas o jovem não tirou essa idéia da cabeça, até que, um dia, ele mesmo decide vestir uma roupa e sair pelas ruas combatendo o crime. E é aí que começam os problemas, com Lizewski se ferrando lindamente em sua primeira tentativa de deter criminosos. Mesmo assim, ele é brasileiro e não desiste, e acaba conhecendo outros vigilantes. O resto fica pela conta de vocês para conferir, e tenho certeza que não se decepcionarão, com a ótima trama desenvolvida daí pra frente, cheia de ação e drama (em algumas partes). Fãs da obra original não gostarão do final, e já direi o porquê.

Ótimas e sólidas atuações vindas tanto dos atores jovens quanto dos veteranos, onde todos entraram para o espírito da coisa e interpretaram muito bem, dando à seus personagens tudo o que era necessário e um pouco mais. Destaques para a jovem Chloë Moretz, que simplesmente detonou como Hit-Girl, sendo a maior surpresa do filme (ao menos para mim); Nicolas Cage, provavelmente em sua melhor atuação na carreira (ou ao menos recentemente); Christopher Mintz-Plasse, que se encaixou perfeitamente no papel de Red-Mist (algo bem diferente do hilário McLovin de "Superbad"); e Aaron Johnson, outro que ficou muito bem como Kick-Ass.

Hit-Girl, ainda mais absurda e fo#@stica.

Os efeitos especiais de Kick-Ass são ótimos, com muitas explosões, sangue e alguns absurdos a mais. O melhor momento é quando o filme vira um FPS com a visão de Hit-Girl no escuro, apenas com o auxílio de "Night Goggles" (óculos de visão noturna), e a garota sai matando todos, sem errar praticamente nenhum tiro. Also, a maquiagem realizada é muito realista, com ferimentos e queimaduras que chegam a impressionar pela sua qualidade. Especialmente os dos personagens principais, nas cenas de ação próximas ao fim da história.

A trilha sonora do longa é muito boa, especialmente com a inclusão de músicas como Crazy, de Gnarls Barkley; e Bad Reputation, de Joan Jett (apesar de que a primeira não está no disco oficial e a segunda está, mas em uma versão que não é a original... Mesmo assim, elas são tocadas no filme). E os efeitos sonoros também foram bem-trabalhados, sendo todos realistas e marcando várias sequências, especialmente as que tem algum tipo de combate.

Agora sim, falarei sobre o ponto mais polêmico da película: o final. Mas, se você não quer ler SPOILERS (filme e HQ), pare e vá para o último parágrafo. Caso contrário, entenda o que quis dizer anteriormente:

[INÍCIO DA ZONA DE SPOILERS]

Modificar o fim dos quadrinhos nesta adaptação não foi uma idéia muito boa. Primeiro que ter dado a mãe de Hit-Girl como morta já ferrou com a provável sequência, Kick-Ass 2, onde ela está viva e cria sua filha junto com Marcus, amigo policial de Big Daddy (por enquanto não é nada importante isso, mas pode ser que seja nas próximas edições, e com certeza mudarão a história quando adaptarem). Dave ter ficado com Katie também complica para o próximo filme, até porque o próprio promete a sua namorada que pararia de apanhar "lutar" contra o crime neste primeiro e também porque isso não acontece na HQ, onde ela rejeita o garoto após saber a verdade e ele ainda apanha na escola por se declarar. Mas o final ainda foi satisfatório, para mostrar um lado "what if" da trama original. Com a grande exceção de uma coisa: a JETPACK. CARA, MAS QUE P%**@ É AQUELA?! Coisa mais GTA: San Andreas isso! Totalmente desnecessário, e ainda por cima, sem noção. Para mim, o grande erro dos roteiristas, dos produtores, do diretor, e consequentemente, da adaptação :/

[FIM DA ZONA DE SPOILERS]

Kick-Ass: Quebrando Tudo pode ter falhado em sua conclusão em alguns aspectos, mas ainda assim é uma das melhores adaptações de "comic books" já feitas até agora. Muito fiel à obra original na maior parte da trama, temos aqui uma verdadeira aula de ação, violência, palavrões, atividades ilegais e absurdos que só podem ocorrer em obras fictícias. Somado a isso, temos ótimas atuações, bons efeitos especiais e maquiagem, trilha sonora interessante e efeitos especiais realistas. O que já era ótimo no papel também ficou muito bom nas telas, e eu recomendo assistir o filme antes de ler os oito volumes originais, para ficar evitando comparações injustas. Até porque nenhum filme adaptado sai 100% perfeito, mas Kick-Ass conseguiu ser pelo menos 85%.

NOTA: 9,0

ELENCO:
Aaron Johnson (Dave Lizweski / Kick-Ass)
Garrett M. Brown (Mr. Lizewski)
Elizabeth McGovern (Mrs. Lizewski)
Nicolas Cage (Damon Macready / Big Daddy)
Chloë Moretz (Mindy Macready / Hit Girl)
Mark Strong (Frank D'Amico)
Christopher Mintz-Plasse (Chris D'Amico / Red Mist)
Lyndsy Fonseca (Katie Deauxma)
Yancy Butler (Angie D'Amico)
 
TRAILER (RATED R):
 

YOUR LITTLE BASTARD!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Veja cenas extras de Scott Pilgrim vs. The World


Há praticamente um mês atrás, postei aqui no Bar a minha crítica de Scott Pilgrim vs. The World, ótima e bem humorada adaptação da série de quadrinhos de mesmo nome ("Scott Pilgrim" apenas, o "vs. The World" é apenas o título do segundo volume). Tal filme, porém, ficou curto demais, com apenas 1 hora e 50 minutos de duração, o que foi gerado por vários cortes de trechos da história original e outras adaptações feitas pelos roteiristas e o diretor.

Felizmente, tais partes retiradas do produto final não foram esquecidas. No DVD/Blu-Ray do longa (lançados, por enquanto, apenas nos EUA), foram incluídos, no disco bônus, praticamente 30 minutos (isso mesmo, TRINTA minutos) de cenas extras que deveriam aparecer no filme, mas foram modificadas ou excluídas. Entre elas, temos um final alternativo que, pelamor, seria uma verdadeira M&*#@ caso tivesse sido escolhido (o que felizmente não ocorreu). Also, versões modificadas de algumas passagens, que achei que ficaram mais semelhantes aos quadrinhos.

Confira-as aqui (contém SPOILERS):




And... BALLS.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

CRÍTICA: Mr. Big - What If... [2010]


Preparem seus ouvidos, amantes do Rock, pois o Mr. Big está de volta! Os mestres dos bululus haviam retornado a sua formação original no ano passado, quando lançaram o single "Next Time Around" e excursionaram, pela 74294857682910ª vez, no Japão, onde, sem dúvidas, eles tem sua maior legião de fãs. O fruto dessa turnê foi o ao vivo duplo "Back to Budokan", onde mostraram que ainda mandam bem ao vivo, especialmente Eric Martin, que conseguiu preservar sua fantástica voz por todos estes anos. Agora, com seu novo álbum de estúdio, entitulado "What If...", a banda prova de uma vez por todas que, além de ainda mandar bem, ainda sabe fazer ótimas músicas.

Como na maioria de seus lançamentos, o Mr. Big traz um repertório variado em seu novo disco. Desde lindas baladas pra curtir com a namorada em dias chuvosos (?!) até músicas pesadas e rápidas, onde a incansável dupla Paul Gilbert e Billy Sheehan mostra tudo o que sabem sobre velocidade e técnica, além de criarem ótimos riffs e ditarem o ritmo das músicas, junto com o baterista Pat Torpey, em uma de suas melhores participações (na minha opinião). E Martin acompanha-o em ótima forma, mostrando toda sua potência com vocais exclentes, como nos velhos tempos.

A produção é invejável, sem erros e com tudo no devido lugar. Efeitos especiais, distorções, mixagem... Tudo perfeito. Nem sei porque ainda falo sobre isso em meus reviews musicais, já que é raro (ainda mais hoje, com tanta tecnologia) um caso onde a equipe técnica erre em alguma coisa na finalização de um disco (com exceção de alguns como "Hot in the Shade", do Kiss, muito conhecido pela sua péssima mixagem). Mas aqui é um ponto de destaque, já que ela deu um toque "extra" em "What If..." e que só aumenta sua qualidade.

As músicas, como já disse, são variadas entre as rápidas/pesadas e as românticas, especialidade da banda desde seu primeiro trabalho, o auto-entitulado "Mr. Big". Bem trabalhadas, elas nos remetem aos tempos áureos do grupo, lá para 1992/1993, com seu som "Hardão" e com o grande destaque para a guitarra e os vocais. As melhores, para mim, e que merecem citações são American Beauty (no melhor estilo "Colorado Bulldog"), Nobody Left to Blame, Still Ain't Enough For Me, As Far I Can See, I Won't Get In My Way, Around The World, a balada All The Way Up e o recente single Undertow, com uma pegada muito boa.

A única coisa que tenho a reclamar sobre o CD é que ele quase não nos deixa respirar na maior parte do tempo... Falando sério, o que falta aqui é algum tipo de inovação. Em todas as músicas pudemos ver o que o Mr. Big é capaz de fazer, mas foi "só" isso. Nenhuma adição considerável (se teve) e nenhuma perda perceptível (idem ao anterior), é um mais do mesmo e que não adiciona muito a carreira da banda. Não que isso seja ruim (nunca foi, por sinal), mas também não é nenhuma obra de gênio.

Mesmo assim, "What If..." é um grande lançamento e um otimo álbum para fechar 2010 com chave de ouro. O Mr. Big continua muito competente, e a idade parece não pesar muito para seus integrantes. Eles continuam com um bom pique e criatividade para fazerem o que sabem de melhor: um Hard Rock distinto e único. Que eles continuem assim nos próximos anos, e que nos possamos ouvir mais discos tão bons (ou melhores) do que este.

Ah, e que eles venham para o Brasil com tudo ano que vem :D

NOTA: 9,0

Tracklist:
01. Undertow
02. American Beauty
03. Stranger In My Life
04. Nobody Left To Blame
05. Still Ain't Enough For Me
06. Once Upon A Time
07. As Far As I Can See
08. All The Way Up
09. I Won’t Get In My Way
10. Around The World
11. I Get The Feeling
12. Kill Me With A Kiss (Japan Bonus Track)

Line-Up:
Eric Martin (vocal)
Paul Gilbert (guitarra)
Billy Sheehan (baixo)
Pat Torpey (bateria)

Single (e acústico ao vivo):





O tempo pode até ter feito bem para a qualidade da banda... Mas não para a aparência.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Inter de Milão não vacila, vence o Seongnam e está na final do Mundial Interclubes


Depois da zebra de ontem, quando o Internacional perdeu para o Mazembe, o esperado confronto Inter x Inter parecia ter ido pelo ralo, mesmo havendo a possibilidade de uma nova zebra hoje e a Inter de Milão ser derrotada pelo Seongnam. Tal zebra não aconteceu e o time italiano passou fácil pelo sul-coreano por um placar de 3x0, com gols de Stankovic (3 minutos do primeiro tempo), Zanetti (32 do primeiro tempo) e Milito (27 do segundo tempo). O Seongnam não se mostrou tão eficiente assim, e então a equipe treinada pelo técnico Rafa Benítez conseguiu aproveitar bem suas chances.

Sendo assim, a Internazionale está classificada para a final do Mundial Interclubes e disputará o título de campeão mundial (antes pertencente ao Barcelona) com o Mazembe, do Congo. Já o Internacional jogará com o Seongnam a disputa do terceiro e do quarto lugar da competição. Ambas as partidas acontecerão no dia 18/12 (sábado), as 15 horas e as 12 horas, respectiviamente.

Confira os gols do jogo, com destaque ao passe de Diego Milito para Zanetti no segundo gol:


Agora vai, né Rafa? Ou será que teremos que dizer "PORRA, BENÍTEZ!" mais uma vez?

CRÍTICA: Red Dead Redemption [X360]


"I've been through the desert on a horse with no name...". Ao jogar Red Dead Redemption pela primeira vez e atravessar aquela área desértica do Velho Oeste estadunidense, na hora me lembrei dessa boa e velha música do America. Todo aquele ambiente extremamente vivo e realista me impressionou na hora, e em pouco tempo me senti como se realmente estivesse ali. A atmosfera criada pela Rockstar para o game é simplesmente uma das melhores já feitas, com todos os elementos daquela época representados de forma perfeita, especialmente a violência, coisa que a produtora, também responsável pelos jogos da série Grand Theft Auto (ou GTA), já é craque. Some a isso gráficos incríveis, um jogabilidade mais incrível ainda e uma trilha sonora de primeira e teremos o vencedor do prêmio de melhor de 2010.

A história de Red Dead Redemption é única e muito bem-trabalhada. No ano de 1911, você controla John Marston, um fora-da-lei aposentado (LOL) que teve sua esposa e filho raptados por agentes do governo estadunidense. A única maneira de revê-los é capturando ou matando seus antigos companheiros, começando por Bill Williamson, que agora é líder de uma nova gangue. Logo no começo os dois já se encontram, e John é baleado no confronto e por pouco não morre, graças a Bonnie McFarlene, que o acha e leva-o a um médico. A partir daí, cabe ao jogador desbravar todos os cantos (MESMO) do Velho Oeste dos EUA e até mesmo uma parte do México, também extensa. Personagens marcantes e muitas reviravoltas também marcam esta fantástica trama, que demora um bom tempo para ser concluída de forma surpreendente.

Os personagens, aliás, são um show a parte aqui. Cada um deles tem uma característica distinta que os diferenciam e os tornam cativantes. O próprio protagonista, inclusive, é uma criação fantástica, com toda sua história de vida, sua determinação, sua coragem e, principalmente, seu sarcasmo. Mesmo não sendo nenhum bonzinho, Marston consegue te comover em diversas passagens do jogo, assim como os que o acompanham (algo que varia muito). O que acontece com ele, especialmente no fim, com certeza te emocionará. Alguns outros secundários, como Irish e Professor McDougal, são engraçados e arrancarão algumas risadas durante a jogatina.

A jogabilidade é outro ponto de destaque em RDR. Diversas opções são dadas ao gamer em tudo. Que tal andar de cavalo, de charrete ou então de mula? Está afim de tomar uns drinks e jogar Blackjack? Por que não um Poker mais a noite? Quem sabe não quer bancar o justiceiro e capturar algum procurado? Assistir a um tosco filme, então? E uma caçada pela madrugada? Talvez domar alguns cavalos selvagens por aí? Ou ainda fazer as missões principais? Como deu pra ver, existe quase que uma infinidade de tarefas presentes no título, e isso sem contar os modos multiplayer. E tente pensar nisso tudo com controles que respondem perfeitamente aos comandos apertados. Existe outras possiblidades de interação com o ambiente também, como pegar plantas raras, saquear corpos, tirar pele e carne de animais mortos, duelar com forasteiros... Como eu disse, é praticamente uma infinidade de coisas a se fazer aqui. E tudo com fluindo naturalmente, como se fosse real.

"Welcome to Mexico, Mr. Marston."

A trilha sonora do game conta com muita qualidade. Uma das coisas mais marcantes de qualquer GTA sempre são as músicas presentes nele. Mas lá temos uma explicação: os rádios presentes nos carros. E em Red Dead, onde carros não existem e cavalos não tem rádios? A solução foi colocar algumas músicas de fundo, quando se está cavalgando por certas distâncias. E tais músicas combinam perfeitamente com a atmosfera do jogo, dando até um toque cinematográfico a ele. O grande destaque vai para Far Away de José González, que aparece nos momentos finais da aventura, e que também ganhou um prêmio no VGA '10. Quanto aos efeitos sonoros, tudo está perfeito aqui, com reproduções de sons de animais, cavalgadas, tiros, explosões e muito mais. A dublagem também é ótima, com as falas sincronizadas de forma perfeita com os movimentos labiais e até alguns diálogos em espanhol, quando se está no México.

E, finalmente, os gráficos. Deixei este ponto por último por ser, para mim, o maior destaque de Red Dead Redemption. Tudo é muito lindo visualmente, desde o pôr-do-sol até os cavalos cavalgando livremente por aí. A vida que o jogo tem é algo absurdo, com uma movimentação perfeita de tudo e todos, e pequenas mudanças nos cenários com o passar do tempo. Aves voam, ursos surgem de trás dos arbustos, coiotes e lobos tentam atacá-lo a noite, cobras rastejam sorrateiramente... E ainda existe o tráfego de cavalos e pessoas pelas estradas e cidades, algo que varia muito de local para local e também depende do horário. Tanto os animais quanto os humanos e o cenário foram modelados  de forma extremamente realista e fiel, com semelhanças absurdas em relação a realidade. A única coisa que tenho a reclamar é que, muito raramente, ocorrem alguns bugs gráficos, que não chegam a incomodar, mas acabam tirando os 100% de perfeição gráfica.

Como em todo grande jogo, RDR tem muitos extras presentes. Cavalos melhores para serem domados, animais que só existem em determinadas áreas, missões extras e sem influências na história principal, ajudas a deconhecidos, plantas perdidas... Mais uma vez: é quase uma infinidade de tarefas. E ainda existem alguns DLCs (expansões) que adicionam mais elementos ao jogo, entre elas "Outlaws Till The End", "Legend and Killers Pack", "Liars and Cheats", "The Hunting and Trading Pack" e o famoso "Undead Nightmare", que inclui elementos de filmes B de terror somados com um certo humor e que é considerado, por muitos, a melhor adição do título.

Com história incrível, gráficos de cair o queixo, jogabilidade perfeita e uma trilha sonora extremamente competente, Red Dead Redemption com certeza mereceu receber o título de melhor game de 2010. A Rockstar se superou mais uma vez com este fantástico game "open-world", após o ótimo trabalho com Grand Theft Auto 4, de 2008. É um must-have na coleção de qualquer um, seja ele um gamer casual ou um verdadeiro viciado hardcore. A dificuldade encontrada aqui é para todos, mas não vá pensando que RDR é um fácil jogo de se terminar. Ainda mais pela longa trama, onde se tem uma longa jornada até o fim...

Gráficos: 9,8
Jogabilidade: 10,0
Som: 10,0
Diversão: 10,0
Desafio: 10,0
Extras: 10,0

NOTA: 10,0

Trailer:


"Surrender, partner!"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Internacional é derrotado por Mazembe e está fora da final do Mundial Interclubes


Depois de tanta euforia e espera por conta dos Colorados e de muitos outros torcedores brasileros, o Internacional foi derrotado de forma surpreendente pelo Mazembe, do Congo. O time africano soube aproveitar muito bem as chances que teve com Kabangu e Kaluyituka respectivamente no começo e no fim do segundo tempo, ao contrário dos gaúchos, que desperdiçaram chances claras de gol ao decorrer da partida. Claro que também devemos dar méritos ao goleiro Kidiaba, com belas defesas e uma dancinha bizarra que vai dar o que falar nos próximos dias.

Com essa eliminação, o sonho do confronto entre Internacional e Inter de Milão na final acabou, agora que os representantes da África ficaram com a primeira vaga na final. Ainda existe a possibilidade das equipes se enfrentarem, caso o time de Rafa Benítez (que poderá contar com Maicon, Júlio César e Diego Milito, que estavam lesionados) seja derrotado pelo Seongnam, da Coréia do Sul, amanhã. A partida acontecerá às 15 horas, no horário oficial do Brasil, em Abu Dahbi, nos Emirados Árabes Unidos.

Confira os gols da partida:


BONUS! "Dança" do Kidiaba:


A derrota de hoje foi histórica. Pela primeira vez, o campeão sulamericano não estará na final. Mazembe fazendo história...

Jogadores e torcedores do Mazembe comemorando a zebra histórica.

Assista o primeiro trailer de Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Estranhas


Após quatro anos de "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo", (Capitão) Jack Sparrow estará de volta nas telas dos cinemas de todo o mundo. O engraçado e bêbado bucaneiro, que se tornou um fenômeno mundial, contará com novos companheiros e inimigos em seu novo filme, "Piratas do Caribe: Navegando em Águas Estranhas" (ou "Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides", em inglês), junto com o retorno de alguns velhos conhecidos do público, como o Capitão Barbossa e o Sr. Gibbs. E ainda, mesmo depois de todo aquele alvoroço envolvendo seu livro, Teague Sparrow, interpretado por Keith Richards.

Hoje, depois de apenas algumas imgens e só um poster, foi lançado o primeiro trailer da película. Engraçado e com ação e mistério, parece ter tudo para dar certo, como foi o primeiro longa, "Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra". Sereias, zumbis e o lendário pirata Barba-Negra também estão envolvidos, assim como Penélope Cruz, que será uma das novas personagens da história. Also, ainda tem mais dois filmes para serem gravados juntos, o que indica que a nova aventura não acabará aqui.

Assista ao vídeo (com legendas):


Piratas do Caribe: Navegando em Águas Estranhas estréia no dia 20 de maio de 2011.

Logotipo do filme.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Confira tudo sobre o VGA '10!


Antes de tudo, uma breve explicação: o VGA, ou Video Game Awards, é uma cerimônia que acontece anualmente e premia os melhores games lançados naquele ano, avaliando diversos aspectos, tal como acontece no Oscar, só que com filmes (AH VÁ, É MESMO?). E, durante a premiação, trailers de futuros lançamentos são exibidos e até mesmo alguns anúncios são feitos. Durante a edição do ano passado, tivemos algumas surpresas, como Star Wars: The Force Unleashed II e Batman: Arkham City (ainda conhecido como Arkham Asylum 2). E, claro, a divulgação da lista dos grandes (e merecidos) vencedores daquela noite.

Neste ano não foi diferente, só que mais categorias e divulgações sendo feitas. Alguns vencedores inesperados, como o do "Game Mais Esperado", mas o resto não foi tão surpreendente, e o grande destaque vai para Red Dead Redemption, que faturou 4 prêmios e foi o grande vencedor do VGA 10, que ocorreu na noite de sábado (11) para domingo (12), no horário de Brasília. Quanto aos trailers, aí sim fomos surpreendidos, mesmo com todos os rumores que circulavam a internet desde algumas semanas atrás. Os melhores, para mim, foram Mass Effect 3, Uncharted 3: Drake's Deception e, novamente, Batman: Arkham City. Além desses, apareceram também vídeos de Portal 2, Elder Scrolls V: Skyrim, Forza Motorsport 4, Thor, Resistance 3, Prototype 2, Insane, SSX: Deadly Descents e o novo Mortal Kombat, que contará com a participação especial de Kratos, de God of War, no PS3.

Veja quem foram os vencedores e, em seguida, assista aos trailers, que, como vocês devem ter percebido, não são poucos:

Game do Ano:
- Red Dead Redemption

Estúdio do Ano:
- Bioware

Melhor Game de Xbox 360:
- Mass Effect 2

Melhor Game de Playstation 3:
- God of War 3

Melhor Game de Nintendo Wii:
- Super Mario Galaxy 2

Melhor Game de PC:
- StarCraft II: Wings of Liberty

Melhor Game Portátil:
- God of War: Ghost of Sparta

Melhor Shooter:
- Call of Duty: Black Ops

Melhor Game de Ação/Aventura:
- Assassin's Creed: Brotherhood

Melhor RPG:
- Mass Effect 2

Melhor Multi-Player:
- Halo: Reach

Melhor Game de Esporte Individual:
- Tiger Woods PGA Tour 11

Melhor Game de Esporte Coletivo:
- NBA 2K11

Melhor Game de Corrida:
- Need for Speed: Hot Pursuit

Melhor Game de Música:
- Rock Band 3

Melhor Trilha Sonora:
- DJ Hero 2

Melhor Música em um Game:
- "Far Away" de José González (Red Dead Redemption)

Melhor Trilha Sonora Original:
- Red Dead Redemption

Melhores Gráficos:
- God of War 3

Melhor Adaptação para Video-Games:
- Scott Pilgrim vs. The World: The Game 

Melhor Dublagem Masculina:
- Neil Patrick Harris as Peter Parker / Amazing Spider-Man

Melhor Dublagem Feminina:
- Tricia Helfer as Sarah Kerrigan (StarCraft II: Wings of Liberty)

Melhor Game para Download:
- Costume Quest

Melhor DLC:
- Red Dead Redemption: Undead Nightmare

Melhor Game Independente:
- Limbo

Melhor Personagem do Ano:
- Sgt. Woods / Call of Duty: Black Ops

Game Mais Esperado:
- Portal 2

Trailers:

 











Enfim, parabéns aos ganhadores e espero que tenham curtido a batelada de vídeos :D

O grande vencedor do VGA '10.

BOOK REVIEW: Percy Jackson & Os Olimpianos: O Ladrão de Raios (Livro Um)


Antes de falar do livro, irei dizer que a partir de hoje iniciarei uma nova seção no blog, uma seção chamada "Livros", onde serão postados comentários, reviews e notícias do mundo da literatura, seja nacional ou internacional. Por fim, começarei a falar do livro agora.

Explicar como é Percy Jackson é dificil e antes de fazer sua análise, precisamos voltar um pouco antes, no dia que eu o comprei. Faltando algumas horas para eu assistir Harry Potter e as Relíquias da Morte, eu entro numa Americanas e vejo o livro. Alguma coisa me dizia para gastar um dinheiro que eu quase nem tinha e comprá-lo. Bom, dito e feito.

Já havia ouvido falar dele meses antes, principalmente depois da estréia do filme, mas nunca tive muita vontade de conhecer essa saga de livros de Rick Riordan. Então, pela base da curiosidade, de pessoas me recomendando o livro e tal, pelo fato que me falaram que o filme não prestava, e por outros motivos (nem vou contar os outros) eu o comprei.

A primeira coisa que devemos reparar no livro é o nome da coleção. "Percy Jackson & Os Olimpianos". Repare na última palavra. "Olimpianos". O título é lógico: a série tem COMPLETA relação com a conhecidissima mitologia grega, desde os deuses do Olimpo até as criaturas, como minotauros, centauros e sátiros.

A segunda coisa que reparamos é sua aproximação igualável aos Harry Potter. Mas por que? Talvez porque o personagem principal se pareça em parte com Harry, e talvez pelo fato de ter dois amigos: um sátiro (que lembra em algumas situações o Rony) e Annabeth, a inteligente (qualquer semelhança com Hermione deve ser no mínino uma coincidência). Mas isso não importa, o que importa é sua história, que de fato, é bem interessante.

Percy Jackson é um pré-adolescente de 12 anos que desde pequeno sofre com dislexia e desvio de atenção. Isso faz com que seus estudos numa escola pública fosse impossível, então ele estuda em colégios particulares. Para ser mais correto, Percy, com seus 12 anos, já tinha estudado em 6 escolas particulares diferentes. Isso porque fora expulso de cada uma delas sempre por algum acontecimento em excursões. Ninguém havia entendido o que acontecia nelas e muito menos Percy, mas ele sentia que tinha alguma coisa a mais.

Enfim, voltemos para a nova escola de Percy: Academia Yancy. Sua estadia nela estava sendo boa, conseguindo um amigo, o Grover, e fazendo amizade com seu professor de latim, Sr. Brunner. Até ai estava tudo bem. Isso até o dia da excursão. Nesse dia, coisas bizarras aconteceram com o personagem principal, coisas que deram início a uma série de acontecimentos em sua vida.

Continuar a falar do livro seria uma sacanagem para quem não leu, mas irei falar alguns pontos chaves que eu gostei muito do livro. O primeiro deles é a mistura de elementos da mitologia grega com a atualiadade, tendo direito a ter um Monte Olimpo no sextacentésimo andar do Empire State e ter um Mundo Inferior em um estúdio de gravação em plena Los Angeles. O segundo ponto interessante é a explicação da existência de Semi-deuses ou Meio Sangues (use a expressão que quiser), ou seja, a união de um deus com um mortal, tendo até um acampamento especial para eles. O terceiro e último ponto é a narração do livro. Bem diferente dos livros que eu estou acostumado, a narração dessa série é em 1ª pessoa, o que deixou o livro mais interessante que o normal.

O que eu quero dizer num resumo geral é que o livro é excelente e recomendado não apenas para fãs de Harry Potter ou de mitologia, mas sim, para todos, já que é uma leitura que descontraí facilmente e que deixa emocionado para ler o próximo capítulo ou o próximo livro (como eu). Assim, se tiverem a chance, leiam-no, mas por favor, leiam antes de assistir o filme. As diferenças entre ambos são absurdas.

Ficha Técnica
Nome: Percy Jackson & Os Olimpianos: O Ladrão de Raios (Livro Um)
Autor: Rick Riordan
Editora brasileira: Intríseca
Número de páginas: 385
Tipo de encardenação: brochura (tomem cuidado com esse tipo)
Ponto bom: mitologia + atualidade
Ponto ruim: seu filme
Nota: 9,5

Annabeth e Percy, o que vocês estão vendo!? Wait... (tossida) "How ya doin' Annabeth?"

domingo, 12 de dezembro de 2010

Diário de Bordo de Uma Vida Limitada - Capítulo 35: Lazy

Os leitores do blog já devem estar acostumados com uma coisa: meu desaparecimento completo por dias, semanas e como já ocorreu, por mais de um mês. Com esse desaparecimento, fica uma quantidade absurda de posts gerados pelo dono (não to reclamando de nada) e nada meu. O que eu pretendo escrever aqui é simplesmente o VERDADEIRO motivo de tantos "sumiços".

Ele é bem claro e lógico: a preguiça. Sempre tenho uma idéia para algum post de qualidade, tanto que eu penso, penso e acabo apenas guardando no meu HD cerebral. Ou seja, eu nunca coloco o que eu quero em algum lugar, fazendo com que a idéia se evapore e eu não tenha nada para escrever. E isso vai se repetindo até que um dia eu seja "iluminado" e esteja no PC, só assim para eu escrever alguma coisa.

Mas o que eu devo mesmo comentar é o motivo da preguiça. Esse ano não foi exatamente um dos melhores, devido ao meu constante sofrimento saindo de uma escola e indo para outra sem ao menos almoçar. Isso sempre me cansou e chegou a um ponto que toda a vez que eu deitava, fosse para ler ou simplesmente para ouvir música ou assistir televisão ou relaxar, eu dormia. E tem gente de prova nesse fato (eu as deixo no vacuo pelo msn enquanto eu durmo).

O que eu realmente quero dizer é daqui a uma semana, tudo estará acabado e eu realmente estarei de férias, fazendo com que eu me proponhe a escrever mais e mais no blog, desde reviews de álbuns e jogos, até algumas coisas novas. Até o momento que isso chegue, devo dizer que sentirão a minha falta por um certo tempo.

Until then, farewell.

sábado, 11 de dezembro de 2010

CRÍTICA: Spider-Man: Shattered Dimensions [X360]


Depois de anos de decepções com jogos do Homem-Aranha (entre elas "Spider-Man 3", "Spider-Man: Friend or Foe" e "Spider-Man: Web of Shadows"), finalmente a Activision parece ter aprendido como se faz um bom jogo de super-herói, depois do extremo sucesso que foi Batman: Arkham Asylum, com toda sua diversão, tensão, simplicidade, ótima jogabilidade e bons gráficos. Spider-Man: Shattered Dimensions foi a redenção do Cabeça de Teia nesta geração de vídeo-games, com sua boa mecânica que flui bem durante a aventura, uma diversão sólida, que dura até a última fase, e quatro (sim, QUATRO) universos paralelos que contam com seus próprios Spideys e características únicas.

Como eu sempre começo minhas críticas de games falando sobre a mesma coisa (a trama), hoje mudarei um pouco e falarei sobre os aspectos negativos. O gráfico no Universo Amazing é estranho, meio chuviscado, e acredito eu que não existam motivos artísticos para ele ser assim (o do Universo Noir tudo bem, por se ambientar na década de 1950 e dar uma aparência de "antigo" a ele, então o efeito é aceitável). O som, especialmente nas cutscenes, é muito baixo, e nem colocar as configurações sonoras do jogo no máximo resolvem isso. Alguns inimigos "inúteis" (como aqueles robôs enviados pela Octopus) são apelões demais para serem derrotados e ter que enfrentá-los só aumenta o preciso tempo gasto com as fases. O Spider-Man Noir é tão frágil quando descoberto que chega até a ser irritante a maneira com que ele perde HP (o engraçado é que ele fica super-f*#@ quando tá lutando normalmente). E, por fim, a fase do Deadpool é MUITO chata.

Voltando a rotina normal, agora sim falarei um pouco sobre a história. Na trama, Mysterio, antigo e fracassado vilão das histórias do Aranha, decide roubar uma antiga pedra mística chamada "Tablet of The Order and Chaos" de um museu. Eis que o Amigão da Vizinhança aparece para salvar o dia e luta com seu inimigo. Porém durante o combate, a rocha se quebra e abre um portal interdimensional, e seus fragmentos vão parar em Universos diferentes do herói da Marvel (no caso: Noir, 2099 e Ultimate, além do Amazing, onde tudo isso acontece), causando problemas em diversos momentos, quando caem nas mãos de outros vilões como Kraven, Goblin, Deadpool e Dr. Octopus (em uma versão feminina, no Universo 2099), além de que uma das partes fica em posse de Mysterio. A partir daí, cabe ao jogador recuperar as partes perdidas, derrotar todos que estiverem no caminho e cabar com a raça do inimigo principal de uma vez por toda. Tudo é desenvolvido de uma maneira interessante e lembra muito as HQs do Aracnídeo.

Os gráficos, tirando o que já foi dito anteriormente sobre os do Universo Amazing, são bem-feitos, tendo uma característica específica para cada Universo. No Universo Noir, por exemplo, existe predomínio do preto-e-branco e de alguns "chuviscos", para dar um clima sombrio e ambientá-lo na época que acontece, entre 1940/1950. Já o Universo 2099 conta com muitas cores, porém com um predomínio do azul e algumas distorções, para dar a sensação de futuro e criar um dinamismo necessário aqui. O Universo Ultimate, por sua vez, parece o mais normal, mas tem cores bem profundas, definidas e alguns efeitos de reflexo, efeitos característicos da linha de quadrinhos de mesmo nome. Also, os cenários são ótimos e consideravelmente grandes, os inimigos são bem-modelados e os vilões/chefes foram recriados de uma forma bacana, aderindo as peculiaridades de cada Universo.

The Four Spider-Men.

O som, como já disse, está baixo em relação aos outros games, e se você tem o costume de jogar tudo com um volume só (como eu), certamente terá que aumentar o de sua TV, mesmo com as configurações do jogo no máximo. Mesmo assim, a dublagem é boa e sincronizada com o que aparece na tela, além de contar com alguns nomes famosos e outros já conhecidos no meio. A trilha sonora é a como a dos outros jogos e e dos filmes do Spidey, mas se torna um pouco enjoativa com o passar do tempo e das fases.

A jogabilidade é um dos melhores aspectos de Shattered Dimensions. Ela flui muito bem, com um ótimo e simples sistema de combate (o que é uma mão-na-roda para lutar contra aqueles batalhões de inimigos que aparecem), além de também se diferenciar entre as dimensões. A que mais sofre mudanças é a Noir, onde, diferente das outras (em que a pancadaria predomina), o elemento stealth é o ponto-chave, com as sombras sendo suas aliadas e você tendo que se esconder nelas para prosseguir e neutralizar oponentes, caso contrário eles te descobrirão e o personagem será facilmente aniquilado (outro aspecto ruim citado por mim no começo do texto). Além deste, a Ultimate conta com um Rage Mode para o Black Spider-Man (graças ao simbionte) e a 2099 conta com uma visão acelerada para o 2099 Spider-Man. A Amazing parece não ter nada, mas o uso de ataques com as teias é sua exclusividade. Also, os comandos foram bem-dispostos no controle e apenas melhoram a experiência.

Ainda existem alguns extras, como artworks e rascunhos, que são desbloqueados após o cumprimento de algumas tarefas, que podem ser visualizadas no menu "Web of Destiny". Quanto mais tarefas finalizadas, mais golpes e upgrades serão destavados para serem comprados através de Spider-Points, obtidos quando os inimigos são derrotados. Entre estes upgrades estão trajes especiais para cada versão do Aranha, sendo um total de três para cada um. Ainda existem alguns Spider-Symbols espalhados pelas fases, e achá-los garante Spider-Points extras (bem como HP), além de serem parte essencial para obter bons rankings no fim de cada tela.

Mesmo contando com algumas imperfeições, Spider-Man: Shattered Dimensions é um ótimo game do Homem-Aranha depois de muito tempo (o último realmente bom mesmo foi "Ultimate Spider-Man", e isso só em 2005). Com uma jogabilidade ótima, bons gráficos, muitos extras e diferenças significativas entre os Universos, o game é divertido do início ao fim, e chega a ser bem desafiador em certas partes. Acredito que o Aracnídeo tenha se reencontrado no mundo dos jogos eletrônicos, e, se continuar melhorando assim, quem sabe um dia não volte a reinar novamente... Mas claro, para isso terá que destronar Batman: Arkham Asylum e o futuro Batman: Arkham City, que com certeza será um jogaço, assim como seu antecessor. Será que ele consegue?

Gráficos: 8,5
Jogabilidade: 9,5
Som: 7,0
Diversão: 9,0
Desafio: 8,0
Extras: 8,5

NOTA: 8,5

Trailer:


Universo Noir, que para mim é o maior destaque do jogo.

FIFA anuncia sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022


Atrasado (a escolha já aconteceu a mais de uma semana), mas finalmente aqui. No dia 2 de dezembro, em Zurique, Suíça, a FIFA realizou a escolha dos países que sediarão as Copas de 2018 e 2022, que virão após a do Brasil, em 2014. E os locais escolhidos, que foram anunciados pelo presidente da organização, Joseph Blatter, foram no mínimo surpreendentes, ainda mais se levada em consideração a concorrência fortíssima: para 2018, foi escolhida a Rússia, e para 2022, o Qatar.

Entre os países que disputavam a sede de 2018, estavam, além da Rússia, Inglaterra e as candidaturas duplas de Espanha/Portugal e Holanda/Bélgica. Os ingleses, mesmo após as denúncias de corrupção envolvendo membros do comitê, eram os gandes favoritos junto com os lusos/espanhóis. Muitas reformas de estádios já estavam pré-definidas caso ganhassem da concorrência, como as do Camp Nou e do Santiago Bernabéu, na Espanha, e do Anfield, em Liverpool, Inglaterra. Mesmo assim, algusn destes planos ainda estão sendo estudados e podem ocorrer em breve.

Já entre os que disputavam a sede da Copa de 2022, estavam Japão, Coréia do Sul, Estados Unidos e Austrália juntos com o vencedor Qatar. Claro que os concorrentes eram fortes, mas acompanhem meu raciocínio: EUA e Coréia/Japão já sediaram Copas em tempos mais recentes (1994 e 2002, para ser mais exato), enquanto a Austrália com certeza não tem o Futebol como seu ponto mais forte, apesar de ser um esporte popular por lá. O Qatar também não é conhecido por este fator, mas a FIFA resolveu escolhê-lo pela sua economia crescente e para que fosse o primeiro país do Orinte Médio a sediar um Campeonato Mundial.

Apesar de ter achado as escolhas interessantes, fiquei muito surpreso pelo fato de Portugal/Espanha não terem levado a sede de 2018, já que vinham tão fortes em suas campanhas, tem excelentes estruturas e estádios, contam com diversos jogadores conhecidos mundialmente (Cristiano Ronaldo e Fernando Torres, por exemplo) e justamente pelos espanhóis terem ganho a edição deste ano, na África do Sul. Mas enfim, parabéns aos ganhadores e esperamos ver grandes espetáculos lá.

(Agradecimentos ao meu amigo Daniel, do blog Alternative Subjects Channel pela sugestão desta postagem)

Logos dos países vencedores, juntos com o da FIFA.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Veja novo teaser de Batman: Arkham City


Após ser anunciado ano passado, durante o VGA '09, Batman: Arkham City (antes conhecido como Batman: Arkham Asylum 2) passou 2010 um pouco esquecido, com apenas algumas imagens mostradas, confirmação de alguns vilões que estarão presentes no game, revelação do novo título e mais algumas notícias. E só. Nada de trailers, demonstrações de jogabilidade, aparições em feiras como E3 ou TGS ou mais detalhes do que os já conhecidos por nós. Felizmente esta situação parece começar a mudar...

Ontem, 8 de dezembro, a Rocksteady e a Warner Bros. liberaram mundialmente o mais novo teaser trailer do jogo. Ele é curto (tem apenas 25 segundos), mas já dá para ver que Arkham City será mais tenso e sombrio que seu antecessor. Nele, vemos o morcegão descendo a porrada em alguns guardas de segurança do local, e tudo cercado por um clima "do mal" e apreensivo. Some a isso gráficos extremamente bem feitos, com certeza melhores que os de Arkham Asylum.

Assista ao trailer:



Batman: Arkham City tem previsão de lançamento para 4 de outubro de 2011.

Harley Quinn achando que vai aparecer nos Viciados da Semana, do Ñ.intendo...

Assista ao trailer de Transformers 3: Dark of the Moon


Depois do decepcionante "Transformers: Revenge of the Fallen" (particularmente, não achei tão bom quanto o primeiro filme, mas gostei até), que foi um fracasso de crítica, um sucesso de bilheteria e chegou até a concorrer entre os piores filmes do ano passado no Framboesa de Ouro, Michael Bay, o diretor, tenta se redimir com os fãs produzindo o terceiro filme da série: "Transformers: Dark of the Moon", que, por incrível que pareça, não contará com a musa Megan Fox, já que a mesma teve brigas feias com Bay e ambos sairam se criticando publicamente, com declarações polêmicas e que até chegaram a surpreender alguns. Mas tudo bem, pois ela já foi substituída por outra beldade: Rosie Huntington-Whiteley :P

Voltando a película, hoje o primeiro trailer foi liberado, e ele nos mostra bem o porquê do título: voltando lá para 1969, mais especificamente na missão espacial da Apollo 11, onde o homem pisou na Lua pela primeira vez, podemos ver que o objetivo da NASA não era apenas ir até o satélite natural da Terra, mas sim descobrir algo que mudaria para sempre o modo de vida em nosso planeta. Sim, uma viagem do caramba, e achei que ela contradiz o que foi mostrado no primeiro Transformers, mas...

Sem mais delongas, confira o vídeo:



Transformers: Dark of the Moon tem data de estréia para 1º de julho mundialmente. O elenco conta com:  Shia LaBeouf, Josh Duhamel, Rosie Huntington-Whiteley, John Malkovich, Patrick Dempsey, Ken Jeong, John Turturro, Frances McDormand, Peter Cullen e Tyrese Gibson.

LOL.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Judas Priest anuncia sua última turnê... DE TODAS


Apesar de não parecer, os anos não passam apenas para nós. Muitos astros da música já vem sentindo nas costas todo o tempo de estrada, bebedeiras, drogas e loucuras, e alguns até já nos deixaram (como foi o caso de Dio este ano). E em breve, após os Scorpions, outra banda de extrema importância para a história do Rock e, principalmente, para a do Metal encerrará suas atividades com uma turnê de despedida: o Judas Priest.

Os Gods of Metal estiveram em atividade pelos últimos 40 anos, e, juntos com algumas polêmicas e shows de produção invejável, criaram verdadeiros hinos como "You've Got Another Thing Comin' ", "The Hellion/Electric Eye", "Breaking The Law", "Living After Midnight", "Hell Bent for Leather", "Turbo Lover", "Painkiller", "Metal Meltdown" e "One Shot At Glory". Sem dúvidas, revolucionaram a história da música e popularizaram o uso de "guitarras gêmeas", uma espécie de dueto de guitarras onde ambas se combinavam, mesmo em tons diferentes. 

O nome da última turnê do Priest será "Epitaph Tour", e passará pelas maiores cidades do mundo (NOTA: é quase certeza que irão para São Paulo e Rio de Janeiro, ainda mais com o Rock in Rio de volta a "Cidade Maravilhosa" ano que vem), onde eles darão a última oportunidade para os fãs vê-los, sendo que serão tocados os maiores clássicos do grupo e outras músicas marcantes destas 4 décadas de ação. Enfim, é um showzaço imperdível em que teria prazer em desembolsar grana para assistir, por mais caro que fosse.

Alguns shows já foram confirmados, e o quinteto começará sua excursão na Europa. Confira:
Jun. 09 - Sweden Rock Festival, Sölvesborg, Sweden
Jun. 11 - Sauna Open Air, Finland
Jun. 17 - Copenhell Festival, Copenhagen, Denmark
Jun. 19 - Hellfest, Nantes, France
Jun. 22 - Gods of Metal Festival, Milan, Italy
Jun. 25 - Graspop Metal Meeting, Dessel, Belgium
Jul. 23 - High Voltage Festival, London, UK
Aug. 05 - Wacken Open Air, Wacken, Germany

Enfim, fiquem atentos, pois confirmações de datas no Brasil podem acontecer a qualquer momento.

E assim os deuses vão partindo e m&%#@$ como Justin Bieber e Restart vão tomando conta do mundo... FFFUUUUUUUU-

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Primeiros detalhes do novo Tomb Raider revelados


Após terem mostrado o novo visual de Lara Croft ontem, hoje saíram as primeiras informações do novo "Tomb Raider" (sim, os FDPs dos produtores fizeram isso ao invés de soltar tudo de uma vez ¬¬'). Ao que parece, "sobreviver" será a palavra-chave do game, que realmente trará uma Croft mais nova, em sua origens, com apenas 21 anos (NOTA: Tomb Raider: The Last Revelation, para PS1, também mostrava as origens da protagonista... como fas?). Ela  se verá perdida em uma ilha e terá que lutar por água, comida e abrigo, usando os utensílios que conseguir no local. Lara não estará sozinha, mas terá que seguir seu rumo por si própria.

A exploração também será maior, com os jogadores podendo seguir seus próprios caminhos até o objetivo final. Porém, algumas áreas só poderão ser alcançadas quando a protagonista aprender e desenvolver certas habilidades (ou seja, haverão sim partes obrigatórias, como sempre). Outro detalhe importante e que não poderia ser deixado de fora é que Lara também manuseará armas de fogo, entre elas uma shotgun e a famigerada pistola (sim, preparem-se para mais da pistola-dupla *___*), junto com um arco e flecha que, com certeza, será muito útil. E ainda foi dito pelos produtores que cenas violentas aparecerão aqui novamente, mas desta vez os personagens principais sofrerão, especialmente a protagonista. Ou seja: preparem-se para ver Croft sofrer D:

Enfim, estas são as primeiras novidades da nova aventura da exploradora mais sexy dos games. Fiquem atentos, pois outras notícias podem surgir a qualquer momento (ainda mais com o VGA '10 se aproximando...). Mesmo com todos estes detalhes, nenhuma data de laçamento foi falada.

O logo do novo game.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Tomb Raider ganha novo jogo e Lara Croft vem com novo visual


Tomb Raider pode não ser a franquia mais em alta ultimamente, mas com certeza já marcou a vida de muitos gamers. Não só pelos seus ótimos jogos de aventura e exploração, mas também (e principalmente) pela sua personagem principal, a apaixonante Lara Croft, que, desde os tempos do primeiro jogo (no PS1), já apresentava belos traços (ainda que fossem virtuais). A mesma já trocou de visual diversas vezes, e, com a vinda de um novo título, anunciado pela Crystal Dynamic a pouco tempo, ela ganhará, novamente, um novo look.

Batizado apenas de "Tomb Raider", tudo o que se sabe até agora é que ele se passará antes de todos os jogos anteriores e mostrará a primeira missão de Lara. Mais detalhes serão revelados na próxima edição da revista estadunidense GameInformer, que, inclusive, terá a capa estampada pela musa com seu novo visual. Tal capa já apareceu no site oficial da série, e traz Croft totalmente diferente da versão anterior, "Tomb Raider: Underworld", além de um pouco suja e machucada. Confira a inusitada imagem:


Não é que eu não tenha gostado, mas achei que, sei lá, ficou faltando alguma coisa. Talvez seja a própria expressão facial da Lara que não tenha me convencido, mas, sinceramente, preferiria algo assim:

Ou assim:

Ou ainda assim:

De qualquer forma, o jeito é esperar por mais fotos ou até algum video, para ver como a nova Lara realmente está. Ah, e "Tomb Raider" ainda não tem uma data de lançamento.

 Capa completa da edição de janeiro de 2011 da GameInformer. Seria "Tomb Raider: Lara Croft Reborn" o título completo do novo jogo?

Liverpool 3 x 0 Aston Villa: surpresa na formação dos Reds e garantia de mais 3 pontos


Depois da derrota pelo Tottenham na última semana e o empate com o "poderoso" Steua Buchartest na última quinta-feira, o Liverpool resurge de boa forma contra o Aston Villa. O time treinado pelo ex-técnico dos Reds, Gerard Houllier (que inclusive recebeu uma grande homenagem vinda do Kop), foi até Anfield com a difícil missão de ganhar e tentar sair de perto da zona de rebaixamento. A missão falhou e o que eles e os espectadores viram foi a equipe de Roy Hodgson triunfar de uma maneira, digamos, "fácil".

Mesmo sem Fernando Torres (que foi ver o filho nascer), Gerrard e Carragher (lesionados), os donos da casa (até então os 12ºs na tabela da English Premier League) não se intimidaram e foram para cima dos 16ºs na mesma competição. Aos 14 minutos, David N'Gog (o "Pelé francês") abriu o placar, após uma aheitad de cabeça de Skrtel. Poucos minutos depois, Ryan Babel (a surpresa da noite, que veio substituir Torres) balançou as redes pela segunda vez, em um belo chute cruzado que, apesar de tudo, pareceu-me impedido (o jogador estava um pouco a frente dos zagueiros). Após isso, o jogo esfriou, com o Aston Villa não conseguindo chegar as conclusões e o Liverpool se acomodando e mantendo o resultado. No segundo tempo, as coisas mudaram um pouco, com a equipe de Birmingham (sim, o Aston Villa é de lá) chegando mais ao ataque, porém sem exitos. Até que, aos 55 minutos, o goleiro Reina faz uma reposição rápida e manda a bola para Maxi Rodriguez, que faz uma ótima tabela com N'Gog e que, já dentro da área, toca novamente para o argentino chutar colocado e fazer o terceiro. Mesmo com algumas substituições (com mais uma atuação de Fabio Aurélio nesta temporada), tudo continou com estava e a partida terminou 3 a 0.

Ainda que tenha conseguido a vitória, somada a mais algumas outras importantes, Roy Hodgson ainda não conseguiu me convencer como técnico, graças a algumas escalações escrotas e a inconstância do time, que, se não fosse por alguns lampejos de certos jogadores, não alcançaria resultados. Mas já consigo ver algumas evoluções do técnico, como o fato de não estar escalando Poulsen como titular e de fazer substituições melhores que no início da temporada. Also, gostaria de destacar as boas atuações de Maxi Rodriguez, que vem conseguindo a titularidade sendo o jogador mais constante da equipe por enquanto.

Por fim, vejam os gols (novamente, foi o melhor que consegui):


PS: parabéns ao Fernando Torres, que agora é pai de um menino o/

Babel, Maxi e N'Gog: o trio de destaque desta noite.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Massacration, a banda da galera! :D


Como não fiz nada de produtivo hoje além de jogar FIFA 11, postarei aqui para vocês algumas músicas do Massacration, que, como muitos devem saber, é uma "banda" de Heavy Metal satírica que faz referências engraçadas a músicas e CDs de outras bandas, além de gostar de zoar com temas abordados por elas. O inglês deles é medíocre e as letras não prestam, mas os vídeos são engraçados e vocês com certeza rirão bastante com o besteirol de mais alto nível apresentado, sem falar que o som dos caras é muito bom. Enfim, preparem-se, pois aqui vão alguns dos melhores clipes:








BONUS ROUND!:


Hehe, espero que tenham gostado da sessão inutildades de hoje... É o que se dá para postar quando não se tem algo interessante ;/

The Mummy is going to f*ck you now!

FÉRIAS, FINALMENTE! \o/


Depois de um longo e difícil ano (que, apesar de tudo, passou muito rápido), diversos acontecimentos, festas, provas (ESPECIALMENTE), "encheções" de saco, enfim, MUITA COISA, nem consigo acreditar que, finalmente, estou de férias, com tudo concluído e pronto para me divertir bastante, descansar, dormir tarde... Enfim, todas essas coisas que eu sei que todos gostam e quem mal esperavam para poder fazê-las novamente *___*

E, nestas férias, em especial, já tenho tarefas para ocupar o meu tempo: zerar games, ver filmes, ouvir álbuns, assistir jogos de futebol... E, claro, postar aqui no Bar. E preparem-se, pois com toda essa "árdua tarefa" que terei de me encarregar, muitos post novos surgirão aqui até, no mínimo, o recomeço das aulas (no máximo é até o Carnaval...), comigo falando um pouco sobre tais jogos, filmes, CDs e partidas de futebol. Até darei um preview sobre o que escreverei em breve: "Kick-Ass: Quebrando Tudo", "A Origem" (a.k.a. "Inception"), "Read Dead Redemption", "Spider-Man: Shattered Dimensions", Judas Priest, Iron Maiden, Metallica, jogos da Champions League... Enfim, bastante coisa, e com certeza vocês gostarão :D

E, só para começar, deixo aqui um trailer de Tron Legacy, que estreará apenas dia 17/12 nos cinemas de todo mundo e que conta com uma trilha sonora de qualidade feita pela dupla eletrônica Daft Punk (NOTA: detesto eletrônico, mas é impossível não gostar de Daft Punk *___*). Confiram o vídeo deste que promete ser um filmaço:


BOAS FÉRIAS PARA TODOS o/

YAY! :D